Minha arma: POESIA!

Dois mil e dezoito tá sendo O’ ano, na vida deste ser que voz escreve.
Completei trinta anos de vida e quinze de poesia!

Neste ano em que atravessamos mudanças históricas em diversos setores das locomotivas existenciais, me senti encorajado a quebrar tabus interiores e assumir responsabilidades que antes eu nunca havia pensado assumir; refleti sobre coisas que antes passavam despercebidas… Li e escrevi muito para o futuro contar!

Neste ano trabalhei arduamente e relancei uma obra literária, repleta de poesias autorais, inéditas e marginais, intitulada Outra Realidade . Vários trampo surgiram… Emocionei corações que se misturaram com o meu, eternamente, através da escrita.

Conheci lugares, pessoas, aldeias, me conectei com várias tribos e tive experiências que foram combustíveis irradiantes à minha jornada de vida e arte;
Passei a compreender e aceitar as diferenças, de vez! Me senti mais feliz ao obter a honra divina de entender e respeitar as leis do amor sem piegas, mas com sensibilidade, não romantismo…

Teve tristeza, sim…. Mas as alegrias cobriram ela com um manto de sonho e realidade: Não gasto mais tempo com melancolia e já até raspei o mel de mim.

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[Obs.: Sinto que preciso subir à superfície um pouco mais, mas só um pouquinho… E já reservo para o próximo ano: Oficinas Culturais e Livro novo!]

Que seja LUZ!

diego.  ✍️☄️🤸‍♂️

A ARTE LIBERTA! ® 2018 Todos os direitos reservados © diego rbor

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O Circo do Terror

É muito difícil libertar um povo que vota para ser escravo. Um povo sem memória de sua própria história. Um povo que nem sabe o nome de seus bisavôs e bisavós; Como, quando e porquê partiram. Um povo laico que não compreende a própria cultura e até pensa que não tem cultura. Um povo 46% crente num Deus egocêntrico e charlatão que, ao invés de pacificar, toca o terror nas minorias. Continuar lendo

renascente

Sei que já chateei alguns corações e não sinto orgulho disso.
O meu melhor está dentro de mim, assim como o meu pior. Se faço o bem, fico bem; Se faço o mal, fico péssimo.
O peso da maldade é insuportável. Então fui esvaziando o que não é luz na minha bagagem.
Sobrou espaço e tempo para focar e fazer somente o bem, porque o bem é leve e não se cansa de si.
A grande sacada é quando a gente aprende que poesia e consciência é tudo. Pra ela ser leve não deve haver o peso de mentiras, maldizeres, calúnias e destruições.

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Me trague e viva

Quanto mais a gente lê, mais compreensivo e esperto a gente se torna.
E ler é de tudo! Ler diversos poetas e suas maneiras de escrita. Ler palavra nunca antes lida é aprender e possivelmente se reinventar.
Sei ler de tudo para que tudo possa me ler; Paredes e gramas; Homens, mulheres e animais.
Arame e seda, leio Cecília Meireles e vejo em mim a criatura descobrindo o mundo.
Acácia Gomes trocou a dor por inspiração e retirou um véu dos olhos meus.
Larissa Cordeiro me aponta a zona periférica como só ela sabe apresentar aos seres vivos.
Gosto de poesia… E toda poesia é marginal se criada no meio da treva almada encharcada.

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“Nosso Brasil laico precisa saber: Saraus são mais honestos que muitas Igrejas! O Sarau é o culto divino confiável, acolhedor e libertário para o Ser que almeja evolução espiritual”

Diego Rbor ® 2018 Todos os direitos reservados © A ARTE LIBERTA!

Dêgo (Para minha avó)

Minha amada avó, hoje é sábado, dia de paz no meu universo. Como a senhora bem sabe, sábados me lembram você. Porque a minha infância quase toda foi assim: acordar cedinho para passar o fim de semana ao teu lado e do vô. Dona Vanda tornou nosso encontro tão natural que é cultural para mim: netos mais próximos de suas avós e de seus avôs. Continuar lendo

Eu Gosto do Vento

Adoro a chuva
Essa ‘chave da renovação’
Que faz brotar vidas
E em mim idéias

Luva e frio
Isso de proteger coração
Pra abraçar vidas
E com elas ideais

Eu gosto do vento

Rezo para que meus irmãos
Tanham alimento
Pra forrar a barriga
Empurrando a lida
(Com sabedoria) Continuar lendo